Daí... Fugi...
Permite que o tempo fosse senhor do meu destino e controlasse minhas inquietudes.
Fugi porque fica ali já não bastava, pois era covardia crer no absoluto enquanto você acreditava em nada... Busquei a integração dos nossos caminhos... Que tolice a minha... Não havia caminhos, havia apenas atalhos cruzados, nossos horizontes estavam opostos!
Voltei, não com o intuito de voltar à cruz de nossos atalhos, mas sim, na verdade que buscava dantes de ti. Cá estou eu, e posso falar abertamente da minha dor, aquela que senti quando notei que caminhava só, sem ti.
Penoso não é amar, é criar a convicção do amor em consenso “se eu te amo tu me amas, pensa em mim que eu penso em ti”... Porque acreditamos que mais a frente o nós, seria presente enquanto nos fazíamos ausentes? Sim...
Tenho culpa por não ter colocado a fé em nós dois, ter apenas dito de ditos e não mais que isso sem acreditar na própria idealização. Não bastava falar, era preciso acreditar... Meu subconsciente dedurou a minha falta de fé... Plantei os espinhos nessa cruz, que não passou de uma cruz.
Estou de volta, acreditando no meu recomeço...
E você... Fundo de um passado romântico que guardo e que vejo...
Obrigada por me ensinar a verdade intrínseca da “mentira”!