Das vezes que fui tentando ser ao menos um qualquer pormenor, tinha em mim o desapreço por não ter de mim mesma o que enlouqueci não achar.
Dos mundos, belos quais visitei, perdendo cada vontade minha em tanto falsismos belos mundos que me rendi...pergunto: Destes, quanto ainda tinha de mim? Quando se quer metade fui?"
E dessas vezes que não se joga por ganhar, nem se tenta por azar, porque nem me fiz cogitar uma tentativa qualquer, não haviam motivos pelos quais poderia me lançar porque não me tinha a vontade em fazer. E dessas vezes... em que quis eu , desses mundos ficar no meu, rompi minha lógica de amar.
E por esses dizeres que mais de brunos têm do que de mim tentei clamar, é que neles ponho a culpa em me perder ... pois quando ainda quis tratar dos meus notei que a linguagem e o pensar submergiam o desejo brunodiano de expor, no se dar, no ter, no encontro, de que com ele, meu adorado bem querer a quem devoto o meu ser quando clamando a mim é dele que digo.
Oswaldo*, e que a minha loucura também seja perdoada, porque metade de mim que era pouco amor ele completou e a outra parte também.E nessa perda encontro a mim...
De te querer.
Fase: não que essa seja uma e nem espero que seja.
*Oswaldo Montenegro
